Sejamos todos feministas

Em uma das reuniões do O Segundo Ato, foi decidido que no mês das mulheres cada integrante escreveria algo a respeito. Aceitei. Mas enquanto escrevo, me coloco a pensar. O homem pode falar com profundidade do universo da mulher? Saberei descrever as lágrimas das mulheres que sofrem com a violência? Posso sentir a dor do que é ser mãe solteira em um país marcado por muita desigualdade?

Conclui que não, não posso ter essa propriedade de discurso. Mas posso ter empatia. Quero participar dessa luta. Quero diminuir a divida dos homens que não souberam tratar as mulheres ao longo da história. Sei que também tenho muito que aprender. Afinal não se descontrói séculos de machismo, com um simples texto. Mas um longo caminho se faz com um primeiro passo, não recordo o autor dessa frase, mas ela sempre me inspira.

O que mais desejo é que se alguma mulher ler esse texto, que ela saiba que não está sozinha diante de suas dores. Que ela saiba que nem todos os homens são iguais. Que a esperança sempre vai bater em sua porta pela manhã, como diz um salmista. Que nessa pequena coluna desejo toda a homenagem a vocês, mulheres. Que durante nove meses carrega o nascimento da humanidade. E que se não conhecem a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Convido a lerem. Que foi responsável pelo título desse texto. Foi responsável por essas reflexões.

 

 

 

 

 

Assista uma de suas palestras:

 

Estudante de jornalismo e VideoMaker

Diego Queiroz

Estudante de jornalismo e VideoMaker

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